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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Músicas para recordar

Para quem gosta do som dos anos 70 e 80, aqui vai minha contribuição. Abaixo estão dois vídeos, ambos comigo tocando sax. No primeiro, a música executada chama-se Crazy Litlle Thing Called Love, imortalizada pela banda Queen. No segundo, um dos grandes sucessos da banda BeeGees nos anos 70, How Deep Is Your Love.






domingo, 16 de janeiro de 2011

Madri

Encerrei 2010 com a promessa de que atualizaria o blog constantemente e eis que a primeira postagem de 2011 vem apenas no 16º dia do novo ano. A verdade é que procurava algo que me estimulasse a escrever. Não consegui encontrar nenhum tema que me agradasse. Resolvi que postaria algo assim mesmo.

Para começar 2011, pensei em imitar os grandes cronistas e escrever sobre o passado. Recordar alguma história da infância, falar sobre o quanto era divertido ser criança nos anos 90 e o quanto esse conceito foi modificado no novo milênio. Outra ideia que surgiu foi a de escrever sobre os passeios de ônibus entre Santa Cruz do Sul e Sinimbu, ou a escala semanal ate Rio Pardo. Mas o fato é que nenhuma das ideias me deu estímulo suficiente para escrever. Por isso, o primeiro post de 2011 é um vídeo gravado ainda em 2010. Espero que gostem.


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Nos bastidores da Seacom

Pouca gente viu, mas nas horas em que não estávamos trabalhando na XV Seacom, descansávamos nas agências. Em uma dessas oportunidades, fizeram o vídeo que segue.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

LS Jack na terra do Barril de Chopp

Foi tudo meio repentino. Até alguns dias antes da festa, o nome da banda não estava na programação. De fato, todos os anúncios, toda a publicidade da 26ªOktoberfest estava "incompleta", devido à introdução repentina de uma banda do sudeste do país. O grupo em questão chama-se LS Jack, uma das principais bandas brasileiras do início dos anos dois mil. Dona de sucessos como "Carla", "Uma Carta" e "Sem Radar", o conjunto carioca foi abalado, em 2005, por uma lipoaspiração mal-sucedida no vocalista, Marcus Menna. Em 2010, a banda voltou ao cenário nacional em uma turnê, com a volta de Menna.

O show estava marcado para as 21h, mas o atraso é habitual. Ainda assim, foi exagerado. O grupo subiu ao palco às 23:20, com mais público do que eu esperava. Em seu retorno ao sul do país, Marcus Menna subiu mancando levemente, com uma certa dificuldade em articular o pensamento. A banda começou a tocar, enquanto o vocalista dava "oi" ao público com uma certa dificuldade. Sim, ficaram sequelas. A introdução da música acabou, mas Menna perdeu o tempo de entrada da melodia. Um olhar rápido para o baixista Vitor Queiroz, que cantava a música, baixinho, para ajudar o vocalista a encontrar o ritmo. Enfim o LS Jack voltava à ativa.

A cada música que se iniciava, o olhar de Menna era desviado para Vitor Queiroz. O vocalista teve dificuldade de interagir com o público de forma constante e a insegurança estava marcada em sua voz. Ainda assim, cantou alguns dos principais sucessos da banda e mandou recados de agradecimento ao público, pela energia, pelo apoio e pela chance de fazer aquilo que mais gostam: tocar um bom rock'n roll. Todas as músicas foram recheadas com solos de guitarra e backing vocals. As canções variavam, ora tocavam alguma desconhecida, ora tocavam um de seus sucessos. Mas o público ainda estava na expectativa. Queriam mesmo era ouvir uma única canção. E foram atendidos.

Os presentes cantaram, desesperadamente, aquele que foi o maior sucesso da banda. O refrão de "Carla" ecoava pelos arredores da oktoberfest. Vozes de adolescentes, adultos, homens e mulheres em um uníssono. Mais do que um espetáculo musical, proporcionado principalmente pelo conjunto que acompanhou Marcus Menna, o sucesso da noite estava no apoio do público. É provável que sua voz nunca volte a ser a mesma. Menna perdeu a desenvoltura sobre o palco, parte de sua afinação e de sua auto-estima cantando. Mas mostrou que tem o apoio e a amizade dos seus companheiros de banda. Mais do que isso, conta com a compreensão do público, ainda fiel e apaixonado. O show era aberto e gratuito. Mas dinheiro algum poderia pagar a chance de assistir ao retorno daquela que já foi uma das melhores bandas do país.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Quando a música é feita por prazer...

Como prometi um post pra hoje, mas não tive muito tempo e inspiração para escrever, mando mais uma da série "Quando a música é feita por prazer", inspirada nas discussões propostas nas aulas de ELM, semestre passado, com o professor Gerson. A gravação agora é de uma versão da música Home, de Chris Daughtry. Mais uma vez eu no sax, Everton Machado no teclado, edição e mixagem de Emanuel Costa. Como já disse em outro post, aqui, o objetivo é apenas expressar-se através do instrumento. Espero que gostem.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Quando a música é feita por prazer...

Aqui vai outra música gravada em dezembro do ano passado. Eu no sax, o amigo Everton Machado no teclado e Emanuel Costa na guitarra e mixagem. A música é "Quando a Chuva Passar", versão da cantora Ivete Sangalo. Sim, sei que muitos têm preconceito quanto ao estilo da cantora baiana, e concordo em alguns aspectos. Mesmo assim, peço para que escutem e deixem seu recado dizendo o que acharam.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Quando a música é feita por prazer...

Nesse semestre que passou fiz uma cadeira do curso de Produção em Mídia Audiovisual. A cadeira, com o sugestivo nome de Elementos de Linguagem Musical, foi ministrada pelo professor Gerson Rios Leme. Durante um semestre inteiro pensamos em tudo que ouvimos, em todas as mídias, e refletimos sobre a possibilidade dos sons em suas mais diversas utilizações. Inclusive postei alguns dos trabalhos que desenvolvemos aqui no blog. Mas hoje não quero falar da música (nem dos sons em geral) em sua forma utilitária. O tema é a música como forma de expressão e prazer. Abaixo segue uma gravação da música Endless Love, originalmente interpretada por Lionel Richie e Diana Ross. A gravação foi feita em dezembro do ano passado. No teclado, meu amigo e parceiro de composições Everton Machado. Eu no sax. Gravação e mixagem de Emanuel Costa. Espero que gostem.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Questão de gosto

A netinha queria escutar uma música com a avó, mas foi surpreendida pelo gosto musical da velhinha.



Áudio produzido para a disciplina de Elementos de Linguagem Musical, ministrada pelo professor Gerson Rios Leme. O grupo foi composto por mim, Yaundé Narciso, Patrícia Fanck e Anna Porto.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Rotina em melodias

O Artigo abaixo foi desenvolvido para a disciplina de Jornalismo Impresso II, ministrada pelo professor Hélio Etges.

Rotina em melodias
Renan Silva*

Desde a primeira temporada, a música é elemento fundamental na série House MD. O personagem que dá nome a série toca piano, guitarra e gaita de boca. Na maioria das vezes, House encerra o episódio diante de seu piano, quase sempre tocando Blues. Entretanto, em episódios mais tristes, nos quais os pacientes morrem ou o protagonista discute com algum de seus convivas, House executa melodias tristes e depressivas, que colaboram com a tonalidade do episódio. Além disso, são vários os capítulos em que aparecem músicos ou fatos que remetam a isso.

Um dos fatores que contribuem para o uso da música em cada episódio é o fato de Hugh Laurie, ator que interpreta o Doutor Gregory House na série, ser também músico. Além do mais, os arranjos são uma forma de interação com a trama. House compensa sua total falta de gentileza e humanidade executando melodias que revelam o andamento do seu dia.  Apesar de, muitas vezes, o personagem se considerar um miserável, as trilhas que refletem sua solidão não demonstram infelicidade. Com exceção às ocasiões em que ocorrem mortes ou brigas, as melodias são contrárias ao perfil de um médico deprimido e viciado. Entretanto, a presença marcante de tons menores em cada execução exprimem a melancolia supostamente escondida pelo ritmo escolhido e pela interpretação do ator.

Há ainda os momentos em que a música contribui de forma indireta para o desenrolar da história. Um diagnóstico realizado com base no fato de a mão esquerda estar mais alta que a direita em um concerto de piano ou pelo som de um trompete soar um pouco diferente na gravação de uma faixa para outra. Elementos simples que muitas vezes passam despercebidos, mas que tornam-se essenciais para o desenrolar da história. Além, é claro, de servirem como trilha sonora ao desenvolvimento da cena e traduzirem em notas musicais os sentimentos dos personagens.

Assim, o seriado utiliza elementos melódicos para desenvolver, aprofundar e aprimorar os episódios. As oportunidades de exploração de todos os talentos de Hugh Laurie são bem aproveitadas, assim como a incorporação de outros personagens relativos à música. Dessa forma, a série ganha em refinamento, diversidade de histórias e detalhamento. Além disso, as melodias executadas pelo Dr. House compõem o tom empregado durante cada episódio, levando o espectador ao entendimento da cena, e até mesmo, à expectativa de desvendar o que se passa na mente solitária, depressiva e viciada do personagem.




*Acadêmico do 5º semestre de Jornalismo e estudante de Música.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Frustrações

Já é domingo, 6:45 da manhã para ser mais exato. Acabo de chegar em casa. Estava tocando, festa de Enterro dos Ossos. Confesso que poderia estar me sentindo bem melhor, não apenas pelos R$ 100,00 que foram injustamente surrupiados de cada um dos músicos, mas pela situação em si. A verdade é que a banda acabou. Já havia acabado antes de tudo acontecer, apenas o dono não havia percebido ainda. A intenção era, chegar, tocar, receber o que faltava do cachê do carnaval (que pelos cálculos de cada músico seriam mais uns R$ 250,00 para cada) e receber o cachê separado da festa de hoje, uns R$ 50,00, supomos. Mas nossas suposições estavam enganadas. Todos foram realmente pegos de surpresa. "Ele" foi chegando, abriu o maço com notas de 10, 20, 50 e até de 100, e começou a pagar o restante do cachê. "Legal, vou conseguir pagar tudo o que queria", pensei. Ilusão. R$ 200,00 reais para cada músico. "Bom, deve estar faltando mais uns 50 de hoje né. Decerto ele paga depois, separado". Mas não pagou. Foram R$ 100,00 a menos do que esperávamos para cada músico. Fiquei tão abismado com a cara de pau "dele" dizendo que era aquilo e pronto, que nem consegui questionar, não consegui brigar, não consegui xingar. Guardamos as coisas no carro do nosso tecladista e voltamos para o clube. Um grupinho de cinco elementos reunia tecladista, baterista e o trio do sopro. Chamamos "ele" para conversarmos em um canto e simplesmente dissemos que estávamos fora, que provavelmente iríamos para outra banda. O irmão dele, guitarrista, ficou chocado, mas ele é uma boa pessoa. Pelo menos sabia reconhecer quando a banda estava bem, costumava elogiar, agradecer. Enquanto "ele" não sabia o que significava um "obrigado". Quantas vezes escrevemos partituras, arrumamos músicas, demos nosso máximo e nunca ouvimos uma palavra sua em retribuição. Mas frustrações acontecem. É uma  pena ter sido em um domingo de manhã. É uma pena ter ocorrido. Mas é bom, só na prática aprendemos a não ser tão "bonzinhos". Talvez, de agora em diante, eu deixe de ser tão bobo. Talvez...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Música e Cinema

Não é preciso dizer que grandes obras cinematográficas não se sustentam apenas com bons roteiros, atores e diretores. A trilha sonora, desde o surgimento do cinema, foi peça chave para a produção de grandes obras. Nos vídeos abaixo estão algumas canções que me marcaram e ajudaram a construir a história do cinema.

O primeiro é o filme "The Man With The Golden Arm"(O Homem do Braço de Ouro), estrelado pelo ilustríssimo Frank Sinatra. A canção é de Elmer Bernstein:


A segunda canção se chama "(I've Had) The Time Of My Life", sucesso do filme "Dirty Dance" (Ritmo Total). O filme recebeu o Oscar e o Globo de Ouro por Melhor Canção Original com essa música. A canção foi composta por Franke Previte, John DeNicola e Donald Markowitz:

Infelizmente não consegui o vídeo da última dança, pois todos que encontrei estavam com a opção "Incorporar" desativada.

A terceira música é "How Deep is Your Love", sucesso da banda Bee Gees no filme "Saturday Night Fever" (Os Embalos de Sábado à Noite), protagonizado por John Travolta na década de 70.


Por fim, "Unchained Melody" composta por Maurice Jarre. A música foi trilha do casal Sam e Molly (Patrick Swayze e Demi Moore), no filme "Ghost" (Ghost - Do outro lado da vida). Era a trilha dos momentos mais marcantes do casal, e levou muitos espectadores às lágrimas.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

E começa 2010

Quem me conhece sabe da minha paixão pela música, em especial, pelo saxofone. Aliás, o saxofone é o instrumento cujo timbre mais se aproxima da voz humana. Então, gostaria que meu primeiro post do ano fosse um presente aos meus poucos, porém fiéis leitores. Aqui vão 3 vídeos de saxofonistas brasileiros de alto escalão.

O primeiro é Leo Gandelman, aquele que para mim é o melhor saxofonista em atividade no Brasil. Gandelman impressiona primeiramente por sua versatilidade, pois é capaz de tocar com maestria em uma jazz band, uma orquestra ou na gafieira.


O segundo é Milton Guedes, músico consagrado no eixo RJ/SP. Guedes além de ter um som pop incrível no sax alto, canta, assobia e faz improvisos de blues sensacionais na gaita de boca. Sua sonoridade e talento já elevaram seu nome no cenário nacional.


Por último, George. O sax nº1 das igrejas do Brasil.  Para quem tem preconceito quanto a músicos de igreja, esse é o cara.  Além de músico brilhante, a história dele é uma lição. Quando começou, George não tinha dinheiro para pagar um professor, e por isso aprendeu sozinho. Hoje ele é um ícone do sax reconhecido em todo o Brasil por músicos de todos os níveis.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Entre violinos e guitarras

Eu havia esquecido de postar aqui no blog a matéria feita por mim e pelo colega Luís Eduardo Bandeira para o projeto Focas do Q?, parceria entre a Unisc e a Gazeta do Sul. De qualquer forma, para quem ainda não leu, ela segue abaixo.



PS: Sim, a matéria saiu há quase dois meses, mas só hoje lembrei que ainda não a havia postado.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Dia Internacional da Música, mas...

No dia 1º de outubro de 1975, o violinista Yehudi Menuhin, então presidente do International Music Council (Conselho Internacional da Música) criou o Dia Internacional da Música para promover a cultura musical e o respeito entre as diferentes culturas. Entretanto, a única notícia que perpetua durante o dia é: MEC cancela o Enem 2009 por suspeita de fraude. É incrível como, a cada dia, aparece um novo espertalhão inventando formas de ganhar dinheiro sem trabalhar.  Mais incrível ainda é a justificativa dos  golpistas.  "Nós temos emprego, não somos vagabundos.  Queremos apenas fazer dinheiro.  Isso aqui é coisa séria, pode derrubar ministério".  No site R7, a reportagem vai além. Segundo o site, os golpistas também procuraram o site. Um deles teria dito que "sou filho de desembargador, tenho 26 anos e trabalho como auxiliar do Ministério Público. Somos todos trabalhadores, mas isso caiu no nosso colo". Além disso, o grupo afirmou ter "amparo legal" e que as provas vazaram para filhos de deputados e diplomatas em Brasília também. É triste que nesse dia, 1º de outubro, data significativa para a música, um dia de incentivo para a arte, o fato mais marcante seja uma fraude, exemplo perfeito da falta de respeito e da contra-cultura de nossos semelhantes.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Jornalismo Musical

Ontem, vasculhando o orkut, encontrei uma comunidade denominada Jornalismo Musical. É claro que eu já havia escutado a expressão, mas foi apenas ontem que tive a certeza de que essa é minha praia. Quem me conhece sabe da minha paixão pela música, mas antes, o desafio de unir jornalismo com minha obsessão musical parecia distante. Somente ontem entendi que, não importa o meio no qual vou trabalhar, eu preciso unir essas duas paixões para sobreviver. Exageros a parte, me deparei com outro problema: a produção bibliográfica na área é escassíssima. As duas principais fontes sugeridas em um fórum da comunidade são a revista Rolling Stones e o Manual de Estilo da MTV. Hoje, visualizando o blog do professor Demétrio, encontrei a dica do livro Rolling Stone: as melhores entrevistas da revista Rolling Stone (LAROUSSE, 2008). Mesmo assim, é pouco material de pesquisa. E esse desafio me estimula ainda mais. Imaginem a produção de uma monografia, por exemplo, sem material de pesquisa. Essa sensação de que finalmente descobri o que quero no futuro é incrível. Jornalismo Musical. Quem diria, algo tão fora de mídia e com poucos bons profissionais atuando. E ainda dizem que orkut é perda de tempo.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Atualizando

Se não me engano, ainda devo algumas explicações, como por exemplo, porque sai do jornal. Bem, digamos apenas que a crise não é uma simples "marolinha" como indicava nosso presidente. Simplesmente não havia anunciantes, e assim, não entrava dinheiro. Meu chefe decidiu que seria melhor eu ficar em casa, pelo menos até a situação amenizar e o jornal poder voltar a ter circulação. Ah, e apenas como curiosidade, algo completamente fora desse "contexto jornalístico": esse final de semana, mais especificamente no dia 1º de maio, ocorreu meu primeiro show em uma banda de pagode. Sim estou tocando pagode. Confesso que não é exatamente aquilo que prefiro, mas não tenho preconceitos quanto a estilos. Na verdade, amo Jazz, Blues, Bossa, Rock, mas um bom pagode também tem seu valor. Não importa o estilo, o que interessa é fazer música de boa qualidade. Falando nisso, estou louco para assistir o Pouca Vogal. O Gessinger e o Leindecker cantando apenas as clássicas de duas das maiores bandas gaúchas (Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem) deve ser realmente incrível. Eles estarão nesta quarta na Unisc, mas acho que não conseguirei ir. Pena. Não resisto a um bom rock gaúcho.

Jovem Foca